Motociclista é preso com R$ 57 mil escondidos na roupa no Centro de Teresina

Uma abordagem de rotina terminou na apreensão de aproximadamente R$ 57 mil em dinheiro vivo e na prisão de um motociclista no Centro de Teresina. O homem teria tentado fugir ao perceber a presença de policiais militares e acabou detido após ser perseguido pela equipe.
De acordo com o major Marconi, comandante da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rocam), o suspeito trafegava em uma motocicleta sem placa quando recebeu ordem de parada, mas acelerou e iniciou uma fuga.
Durante a abordagem, os policiais encontraram diversos envelopes escondidos dentro das calças do suspeito. Ao verificarem o conteúdo, a equipe encontrou a quantia em dinheiro.
Ainda segundo o comandante, durante a ocorrência o homem teria afirmado espontaneamente que o dinheiro seria utilizado para pagamentos relacionados a uma atividade política. A declaração teria sido registrada pelas câmeras corporais utilizadas pelos policiais.
“Ele estava transitando em uma motocicleta sem placa e empreendeu fuga. A equipe foi atrás e conseguiu abordá-lo. Ele estava com envelopes dentro das calças. A equipe se surpreendeu com a quantia. No decorrer dessa abordagem ele falou de forma espontânea, inclusive está gravado nas câmeras corporais, que o dinheiro seria para pagamento de adesivaço, no valor de R$ 250 para cada veículo, e que seria para a compra de combustível”, informou o major Marconi.
Dinheiro e celular foram apreendidos
O motociclista foi preso em flagrante e conduzido, juntamente com o dinheiro apreendido, para a Polícia Federal (PF), que ficará responsável pela investigação do caso.
O aparelho celular do suspeito também foi apreendido. Segundo o comandante da Rocam, o delegado responsável solicitou as imagens registradas pelas câmeras corporais dos policiais e determinou a realização de perícia no telefone.
A análise do material deverá auxiliar as autoridades a esclarecer a origem do dinheiro, sua finalidade e se houve ou não alguma irregularidade relacionada ao suposto pagamento de eleitores.
As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Federal.
