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Exclusão de foto foi estopim para Harry e Meghan deixarem família real

A retirada de uma foto de Harry, Meghan e Archie do tradicional pronunciamento de fim de ano da rainha Elizabeth, em 2019, pode ter sido o estopim que levou o casal a deixar a família real, em janeiro de 2020.

A novidade foi contada em “Brothers and Wives: Inside The Private Lives of William, Kate, Harry and Meghan” (em tradução livre: Irmãos e esposas: por dentro das vidas privadas de William, Kate, Harry e Meghan), novo livro de Christopher Anderson sobre a família real, lançado na última semana, de acordo com o Page Six.

Segundo o tabloide narra, o livro conta que a rainha “olhou as mesas onde as fotos que ela selecionou com tanto carinho estavam dispostas”, até que a própria disse que “todas estavam bem, menos uma”, referindo-se a foto de Harry, Meghan e o então recém-nascido Archie.

A exclusão teria sido uma forma de “retaliação” da rainha, após o príncipe Harry escolher passar o natal com sua esposa, filho e sogra, Doria Ragland, no Canadá, em vez de no Reino Unido.

A publicação conta ainda que, ao ver o pronunciamento e a exclusão, William ficou assustado e comentou com Kate que Harry ficaria furioso.

O autor escreve que o desprezo fez Harry confidenciar a um amigo que ele “sentia como se ele, Meghan e Archie estivessem sendo excluídos da família”.

Um mês depois, ele e Meghan anunciaram seu afastamento da família real.

Um porta-voz da rainha disse: “Não comentamos livros desse tipo, pois isso corre o risco de dar a eles alguma forma de autoridade ou credibilidade”.

Acusações de racismo

A saída do príncipe Harry e de sua esposa, Meghan Markle, da família real, em janeiro de 2020, é um dos assuntos mais repercutidos do mundo até hoje. À época, o casal anunciou que estava começando a se afastar dos deveres da realeza, sem entrar em maiores detalhes dos motivos, além do desejo de serem “financeiramente independentes”.

De lá pra cá, Harry e Meghan contaram que o racismo foi um dos motivos que os fez deixar o Reino Unido.

No novo livro, o autor alega ainda que Charles teria sido o membro da família real que fez comentários racistas quanto aos filhos do casal.

Fonte: Folhapress

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