Fabrício Loiola defende fim das “saidinhas” após suspeito de estupro ser beneficiado com saída temporária

O caso envolvendo o homem conhecido como “Maníaco do Escort Azul” reacendeu o debate sobre a saída temporária de presos e levou o candidato a deputado federal Fabrício Loiola a defender o fim do benefício para condenados por crimes considerados graves.
O homem, que possui condenação superior a 120 anos de prisão e histórico de crimes sexuais e roubos, é suspeito de ter estuprado uma adolescente de 16 anos no Rio de Janeiro. Segundo as informações divulgadas sobre o caso, ele teria abordado a vítima na saída de uma escola, no bairro da Penha, na Zona Norte da capital fluminense.
O crime teria ocorrido durante uma saída autorizada no período do Dia dos Pais.
Ao comentar o episódio, Fabrício Loiola criticou a possibilidade de presos considerados perigosos deixarem temporariamente as unidades prisionais. Para o candidato, a legislação precisa priorizar a segurança da população.
“Um homem condenado a mais de 120 anos, com histórico de violência sexual, jamais deveria receber autorização para circular livremente perto das nossas escolas e famílias”, afirmou.
Fabrício também questionou o argumento de ressocialização utilizado para justificar o benefício e defendeu mudanças na legislação.
“Isso não é ressocialização. É irresponsabilidade. Enquanto o preso recebe o benefício de sair, uma família perde a paz e uma adolescente fica marcada para sempre. Defendo o fim das saidinhas de presos”, declarou.
O posicionamento ocorre em meio à repercussão do caso e à discussão sobre os critérios utilizados para autorizar a saída temporária de detentos. Para Fabrício, condenados que apresentam histórico de crimes violentos devem permanecer afastados do convívio social durante o cumprimento da pena.
A proposta de acabar com as chamadas “saidinhas” faz parte do discurso de endurecimento da legislação penal defendido pelo candidato durante a campanha.
